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CHANCE DE NEVE NO SUL DO BRASIL

Atualizado: Ago 20

É fato que se observa uma grande comoção nas redes sociais quando o assunto é NEVE. Isso porque a maioria das pessoas sonham em ver a neve caindo, brincar na neve. Isso faz com que o público em geral venha em busca de mais detalhes sobre o evento para poder se programar (revisão do carro, reservas de hotéis e pousadas, etc.). Como já era previsto a alguns dias nos principais modelos numéricos, a neve é esperada para os dias 20 e 21 de Agosto. Mas, será mesmo que haverá precipitação invernal apenas na Serra Gaúcha e Catarinense? A resposta é não!

Falta menos de 48 horas para o evento e os modelos meteorológicos diminuíram drasticamente a chance de neve prevista no Sul do Brasil, o que já era esperado. Situação que já aconteceu em 2013, por exemplo. Na próxima rodada que, deve ocorrer nesta tarde de quarta-feira (19), os modelos devem começar a entrar em consenso entre eles e indicar de forma mais confiável as áreas com maior probabilidade de precipitação invernal.


Abaixo listamos os municípios que tem chance de registrar neve nessa quinta e sexta-feira:

  1. Alfredo Wagner/SC

  2. Anitápolis/SC

  3. Bocaina do Sul/SC

  4. Bom Jardim da Serra/SC

  5. Bom Jesus/RS

  6. Bom Retiro/SC

  7. Brunópolis/SC

  8. Calmon/SC

  9. Cambará do Sul/RS

  10. Campo Belo do Sul/SC

  11. Campos Novos/SC

  12. Canoinhas/SC

  13. Capão Alto/SC

  14. Catanduvas/SC

  15. Caçador/SC

  16. Cerro Negro/SC

  17. Concórdia/SC

  18. Correia Pinto/SC

  19. Curitibanos/SC

  20. Fraiburgo/SC

  21. General Carneiro/PR

  22. Ibiam/SC

  23. Ibicaré/SC

  24. Irani/SC

  25. Itaiópolis/SC

  26. Joaçaba/SC

  27. Lages/SC

  28. Lebon Régis/SC

  29. Mafra/SC

  30. Major Vieira/SC

  31. Mato Costa/SC

  32. Monte Carlo/SC

  33. Painel/SC

  34. Papanduba/SC

  35. Ponte Alta do Norte/SC

  36. Ponte Alta/SC

  37. Ponte Serrada/SC

  38. Porto União/SC

  39. Praia Grande/SC

  40. Rancho Queimado/SC

  41. Rio das Antas/SC

  42. Rio do Campo/SC

  43. Salete/SC

  44. Salto Veloso/SC

  45. Santa Cecília/SC

  46. Santa Cecília/SC

  47. Santa Rosa de Lima/SC

  48. Santa Terezinha/SC

  49. São Joaquim/SC

  50. São José do Cerrito/SC

  51. São José dos Ausentes/RS

  52. Tangará/SC

  53. Timbé do Sul/SC

  54. Timbó Grande/SC

  55. Treviso/SC

  56. Treze Tílias/SC

  57. União da Vitória/PR

  58. Urubici/SC

  59. Urupema/SC

  60. Vacaria/RS

  61. Vargem/SC

  62. Videira/SC

OBSERVAÇÕES:

  • A inversão térmica é um grande problema em eventos como este. Caso ocorra, haverá apenas chuva congelada.

  • Há chance de neve no Morro do Cambirela, Palhoça/SC e no Morro da Boa Vista, Rancho Queimado/SC.

  • Remota chance para flocos de neve na região metropolitana de Curitiba.

  • Chuva congelada não é descartado em boa parte do Estado catarinense, incluindo a capital, serra/norte do Rio Grande do Sul e sul/campos gerais e região metropolitana de Curitiba, no Paraná.


PANDEMIA E OS CUIDADOS NECESSÁRIOS

Mesmo com os avisos para evitar a serra catarinense, os hotéis e pousadas estão lotados, onde milhares de pessoas estão aguardando os primeiros flocos de neve. Quem pode, fica em casa, mas quem não pode, está trabalhando para manter o sustento seu e de sua família.


Diante de uma pandemia e o frio previsto, cuidados especiais são necessários. Com as baixas temperaturas, é mais fácil a disseminação do novo coronavírus (2019-nCov).


"Quando nossa temperatura do corpo cai em função da temperatura externa, o nosso metabolismo diminui em algumas áreas, entre elas as vias aéreas. A diminuição no metabolismo dificulta que as células de defesa atuem localmente, provocando uma pré-disposição a infecções. Por isso que junto com o frio vem outras epidemias de viroses", pontua Raphael Einsfeld, coordenador do curso de Medicina do Centro Universitário São Camilo.


Se você já estiver na serra ou está subindo com sua reserva de hotel em mãos, use esses quatros cuidados básicos que podem ser tomados para evitar uma queda na imunidade durante o inverno:

  • Aumentar a hidratação do corpo ingerindo líquidos, já que as frentes frias diminuem as chuvas e umidade.

  • Usar cremes hidratantes também pode auxiliar a manter a umidade da pele.

  • Manter os ambientes abertos, frescos e arejados para que o ar circule e se renove.

  • Agasalhar-se bem antes de sair de casa para proteger áreas expostas do corpo.

Não é somente os moradores de rua que sofrem com o frio. Os animais que vivem abandonados em vias públicas também sentem a estação mais fria do ano. Para amenizar o sofrimento desses animais, algumas pessoas usam a criatividade.


Edmaura Fonseca dá algumas dicas para quem quiser ajudar os peludinhos abandonados. "Costumo colocar caixas de papelão com algum peso dentro para não voar, forro com plástico e deixo para eles se abrigarem. Se tiver alguma marquise, dá pra colocar papelão para eles dormirem em cima ou sacos de ração vazios, lonas, pedaços de panos. Tudo vale para tentar mantê-los um pouco aquecido".


Veja algumas dicas:

  1. Fique atento aos postos de coleta na sua região. Prefeituras, ONGs e estabelecimentos privados costumam intensificar as campanhas de doação nesta época do ano.

  2. Se você gosta de fazer tricô ou sabe costurar, que tal criar algo para os pets? Você pode fazer cachecóis, mantinhas e até roupinhas dependendo da sua habilidade. Você exercita sua criatividade e ainda ajuda quem precisa.

  3. Um cobertor de casal pode ajudar a aquecer até quatro animais de médio porte. Então, se tiver algum por aí em bom estado, porém sem uso, não hesite em doar, pois será aproveitado por mais de um cão ou gato.

  4. Tapetes e toalhas também ajudam – e muito – a deixar cães e gatos de ONGs mais quentinhos. Portanto, se você tiver para doar, são itens muito bem-vindos.

  5. Sabe a caminha do seu pet que você vai se desfazer por causa daquele furinho? O que não serve mais para ele pode ser arrumado e servir para quem precisa. Caminhas e casinhas com pequenas imperfeições são consertadas e reaproveitadas.

  6. O mesmo se aplica para roupinhas e mantinhas que seu pet não usa mais.

  7. Também nos vemos diante de um monte objetos para doar quando nosso pet parte. É a situação mais difícil para se desfazer de itens com valor emocional, mas pense que você pode dar a um animal sem lar o mesmo conforto com que seu pet viveu. E ambos ficariam muito felizes por isso.

  8. Muitas vezes, algumas pessoas até têm muita coisa em casa para doar, mas não sabem como nem onde. Por isso, você também pode conversar com familiares, amigos e vizinhos, e se propor a levar os itens até o posto de coleta.

  9. Não necessariamente você precisa fazer suas doações para alguma ONG ou Instituição. Se você conhecer algum protetor animal independente, converse com ele e veja quais itens podem ajudar.

  10. Não existe nenhuma campanha de arrecadação perto de você? Crie uma! Converse com o pet shop, o mercadinho ou até a banco de jornal do bairro, escolha uma ONG de sua confiança e faça o intermédio entre a coleta e a entrega.

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