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SUSPEITA DE ADULTERAÇÃO DE GASOLINA NA AVIAÇÃO

Um grupo de trabalho em conjunto foi criado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) para investigar denúncias para a qualidade da gasolina de aviação (AVGAS) utilizada no Brasil. Equipes de fiscalização da ANP pediram informações mais detalhadas à associação de pilotos que é responsável pelas denúncias. O combustível adulterado pode causar danos e corrosões em tanques de combustível e em peças de pequenas aeronaves, além de vazamentos. Hoje, cerca de 12 mil aviões usam esse combustível para voos de táxi-aéreo, particulares ou de instrução. Por causa do combustível adulterado, muitos pilotos estão se negando a levantar voo. As denúncias feitas nesta semana foi feito por pilotos de diversos estados, como Rio Grande do Sul, São Paulo e Goiás.


Atualmente, 100% da gasolina distribuída no Brasil é importada. Antes era produzido no Brasil pela Petrobras, mas foi interrompido em 2018 por causa das obras na planta da empresa em Cubatão, no litoral paulista.

O Aeroporto Campo de Marte, em São Paulo, é um dos primeiros aeroportos que está sendo verificado a qualidade do combustível comercializado. Não temos essa afirmação, mas o acidente que ocorreu na quarta-feira (08), matando o piloto, pode ser um dos motivos que fez a ANAC e ANP realizar a inspeção de forma imediata no aeroporto.


Um Boletim de Aeronavegabilidade foi emitido pela ANAC na última quinta-feira (9/07) para os operadores de aeronaves recomendando que, caso exista histórico ou evidências de contaminação, busquem imediatamente uma oficina de manutenção aeronáutica credenciada para uma avaliação mais detalhada. Recebendo esse tipo de caso, as oficinas tem a responsabilidade de reportar ao Sistema de Dificuldade em Serviço (SDR) da ANAC.


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