Buscar
  • Bianca Leroiz

Registrada explosão solar C7.4 de longa duração, a maior em três anos

Os satélites na órbita da Terra acabaram de detectar uma explosão solar classe C7 da mancha solar AR2790 gerando uma Ejeção de Massa Coronal, ou CME, um pequeno componente provavelmente está na direção da Terra. A radiação ultravioleta da erupção causou um pequeno blecaute de rádio de ondas curtas na América do Sul.


As ejeções de massa coronal (CMEs) são grandes expulsões de plasma e campo magnético da coroa solar. Eles podem ejetar bilhões de toneladas de material coronal e carregar um campo magnético embutido que é mais forte do que a força do campo magnético interplanetário (FMI) do vento solar de fundo. Essas ejeções viajam em velocidade que variam de 250 km/s a 3000 km/s. Os mais rápidos podem alcançar nosso planeta em apenas 15-18 horas. Já os mais mais lentos podem levar vários dias para chegar. Eles se expandem em tamanho à medida que se propagam para longe do Sol e os maiores podem atingir um tamanho que compreende quase um quarto do espaço entre a Terra e o Sol no momento em que atinge nosso planeta.



Relógio de tempestade geomagnética de 9 a 11 de dezembro. G1 indica tempestades menores. G2 moderadas e G3 fortes. (Imagem: Reprodução/NOAA)


A explosão foi eruptiva e ficou claro que ela lançou uma CME que provavelmente atingirá a Terra. Mas, segundo os cientistas, não tem com o que se preocupar. São esperadas intensas auroras polares, efeitos em satélites e na Estação Espacial Internacional. Nas imagens, a ejeção vistas por equipamentos de monitoramento.


A NOAA projeta um ciclo menos ativo do que o normal, mas mesmo os ciclos solares pouco ativos podem produzir grandes explosões.




Fonte: NOAA, Science Alert, MetSul


2,250 visualizações0 comentário
Mais Soluções - Corretora de Seguros
Mais Soluções - Corretora de Seguros

Conexão Geoclima © 2013 – 2021.

Todos os direitos reservados.