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  • Bianca Leroiz

Primeira imagem em alta resolução de uma mancha solar

O Telescópio Solar Daniel K. Inouye (DKIST), localizado na ilha de Maui, no Havaí, é o maior observatório solar do mundo e acaba de divulgar sua primeira imagem de uma mancha solar em alta resolução. Manchas solares são a representação mais visível da atividade solar. Os cientistas sabem que quanto mais manchas solares são visíveis no Sol, mais ativo ele é.

Para prever essas manchas, é preciso entender cada processo que leva a uma erupção de massa coronal, esse fenômeno ocorre nas regiões de intenso magnetismo ao redor das manchas solares. As manchas, são formadas pelo fluxo do magnético nos momentos de maior atividade solar, ou seja, quanto maior a atividade, mais manchas aparecem na superfície do Sol.



(Imagem: Reprodução/NSO/AURA/NSF)


A imagem divulgada pela equipe do observatório foi tirada em 28 de janeiro de 2020, não é a mesma mancha solar atualmente visível no Sol. Ela media mais de 16 mil km de largura e foi uma das primeiras do novo ciclo solar — ou seja, a foto foi tirada em um período em que poucas manchas aparecia.


O que vemos na imagem em si, é a concentração de campos magnéticos na região escura, que impede que o calor do Sol alcance a superfície. Embora a área escura da mancha solar seja mais fria do que a área circundante do Sol, ainda sim, essa área mais “fria”, ultrapassa os 4148ºC.


A imagem foi publicada junto a um novo artigo sobre o tema na última sexta-feira (4) na revista Solar Physics, que descreve as característica mecânicas do telescópio e objetivos científicos.



Fonte: NSO


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